
Às vezes sinto-me triste, sozinha, desamparada... A crueldade dos outros é para mim como facas, lâminas que me perfuram como espadas, que me vão deixando marcas até ao final dos tempos. A antipatia, os falsos sorrisos com pensamentos mais que verdadeiros, a indiferença, a hipocrisia.
Sem querer sinto o aparecimento cruel das inimizades que me tentam afundar, que me puxam para o fundo sem eu querer ir. E eu luto contra mim mesma, luto para não me deixar levar, luto para tentar alcançar aquilo que um dia sonhei ter...
Gostava de afastar da minha vida a inveja, o snobismo e principalmente o sentimento de superioridade demonstrado pelos outros. Mas outras vezes, também gostava de ser como eles, achar que sou a maior e a melhor e não me importar com mais nada. Às vezes gostava de ser fria, insensível e cruel...tudo para não sentir na pele a frieza, a insensibilidade e a crueldade alheias.
Gostava de puder olhar para os outros e não me importar com eles, assim como eles fazem comigo. E quanto mais sinto e aprecio o desprezo demonstrado pelos outros, mais triste, mais só e mais desamparada me sinto, e a angústia aparece. Dói-me a alma, dói-me o peito de tanta dor absorvida, tanta inveja, tanta maldade. E escrevo. Escrevo na esperança de deixar em cada palavra um pouco da minha dor, do meu sofrimento. Escrevo até ficar leve, pura, aliviada. Escrevo até sentir a minha alma lavada de todo o negativismo que me tenta afundar, que me puxa para baixo. Escrevo, e com um último suspiro, começo de novo a sonhar...
Sem querer sinto o aparecimento cruel das inimizades que me tentam afundar, que me puxam para o fundo sem eu querer ir. E eu luto contra mim mesma, luto para não me deixar levar, luto para tentar alcançar aquilo que um dia sonhei ter...
Gostava de afastar da minha vida a inveja, o snobismo e principalmente o sentimento de superioridade demonstrado pelos outros. Mas outras vezes, também gostava de ser como eles, achar que sou a maior e a melhor e não me importar com mais nada. Às vezes gostava de ser fria, insensível e cruel...tudo para não sentir na pele a frieza, a insensibilidade e a crueldade alheias.
Gostava de puder olhar para os outros e não me importar com eles, assim como eles fazem comigo. E quanto mais sinto e aprecio o desprezo demonstrado pelos outros, mais triste, mais só e mais desamparada me sinto, e a angústia aparece. Dói-me a alma, dói-me o peito de tanta dor absorvida, tanta inveja, tanta maldade. E escrevo. Escrevo na esperança de deixar em cada palavra um pouco da minha dor, do meu sofrimento. Escrevo até ficar leve, pura, aliviada. Escrevo até sentir a minha alma lavada de todo o negativismo que me tenta afundar, que me puxa para baixo. Escrevo, e com um último suspiro, começo de novo a sonhar...

